“Vivo continuamente na minha infância, deambulo por apartamentos em penumbra, passeio pelas silenciosas ruas de Uppsala, vejo-me diante da casa de veraneio e escuto o murmúrio da folhagem da bétula gigantesca que ali havia. Desloco-me a uma velocidade incrível, pois no fundo vivo permanentemente em meu sonho e faço visitas à realidade”
Ingmar Bergman, Imagens, Ed Martins Fontes, 2001.
