30. 08. 2007às 11:41horas.

Foto: Mario Ciampi
L’infini n’est autre
Que le va-et-vient
Entre ce qui s’offre
Et ce qui se cherche.
Va-et-vient sans fin
Entre arbre et oiseau,
Entre source et nuage.
O infinito não é outro
Senão o vai-e-vem
Entre o que se oferece
E o que se procura.
Vai-e-vem sem fim
Entre árvore e pássaro
Entre fonte e nuvem.
François Cheng
Tradução: Bruno Palma
Cantos Toscanos, Espectro Editorial, 2007
28. 08. 2007às 11:49horas.

Oitavo Véu. Maria Martins, 1948.
LA FEMME INFRANCHISSABLE
(Extraits)
2
Croise et décroise tes
jambes sanguine image du
désir
játtendrai ce qu’il faudra je
grandirai avec
les marges
(Solo d’ombres, p. 130)
A MULHER INTRANSPONÍVEL
(Excertos)
2
Cruza e descruza as tuas
pernas sangüínea imagem do
desejo
espero o que for preciso eu
irei crescendo com
as margens
GUY GOFFETTE
Tradução: Mário Laranjeira
17. 08. 2007às 20:28horas.

Nazareno. Agora eu só estou contra você. 2000.
2 x 12.5 x 3 cm - prata
17. 08. 2007às 19:00horas.
Lançamento da revista Polichinello 8
Dia 24 de Agosto, às 19h, Museu da Cultura Puc-SP
Rua Monte Alegre, 984 - Subsolo do “Prédio Velho”
Perdizes, São Paulo
15. 08. 2007às 15:53horas.
Poetas da Modernidade: Um Panorama Internacional
espaço barco virgilio, oficinas de cultura
www.barcovirgilio.com.br
por Ana Rüsche & Dirceu Villa
galeria virgilio, rua dr. virgilio de carvalho pinto, n° 422, pinheiros
(11) 3081.6986, contato@barcovirgilio.com.br
Objetivos: Apresentar de os principais poetas que produziram durante o século XIX e XX, cujo conhecimento se faz imprescindível para compreensão da arte moderna, como os nomes de Rimbaud, Baudelaire, Rilke, Hölderlin, Eliot, Pound e Pessoa, dentre outros.
Dias/Horário: De 01 a 29/09 (5 encontros). Sábados, das 11hs às 15hs.
13. 08. 2007às 09:19horas.

Foto: Félix Nadar, 1896
SOUPIR
Mon âme vers ton front où rêve, ô calme soeur,
Un automne jonché de taches de rousseur,
Et vers le ciel errant de ton oeil angélique
Monte, comme dans un jardin mélancolique,
Fidèle, un blanc jet d’eau soupire vers l’Azur!
— Vers l’Azur attendri d’Octobre pâle et pur
Qui mire aux grands bassins as langueur infinie
Et laisse, sur l’eau morte où la fauve agonie
Des feuilles erre au vent et creuse un froid sillon,
Se traîner le soleil jaune d’un long rayon.
SUSPIRO
Minha alma sobre sua fronte onde sonha, ó calmo coração,
Um outono cheio de manchas de verão
E sobre o céu perdido de seu olhar num hostensório
Se eleva, como num jardim melancólico,
Fiel, o jato branco de água suspirando sobre o Azul de outubro!
— O eterno Azul pálido e puro
Que visualiza aos grandes beijos sua língua infinita
E deixa, nas águas mortas onde a agonia
Das folhas se perdem ao vento e cavam um campo frio,
Se arrastar o sol amarelo de um raio no vazio.
Stéphane Mallarmé
Tradução: André Dick
13. 08. 2007às 09:12horas.
Constelação, silêncio, melancolia: a quase-arte de Mallarmé.
Entrevista com o poeta e professor André Dick no site do Instituto Humanitas Unisinos.
13. 08. 2007às 01:30horas.
07. 08. 2007às 10:42horas.

Mira Schendel
Se debruçando
Debruçou-se sobre o papel
branco
com finos traços de
preto
era um desenho
imaginário. Não existe
ainda.
Daniela Ramos
em: 6 poetas (no papel rascunho), 2006
07. 08. 2007às 08:45horas.

O Casulo - lançamento da edição número 6
Dia 10 de agosto, às 19h30
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Rua Henrique Schaumann, 777 - Pinheiros