"até segunda ordem não me risque nada."



11. 08. 2010
às 00:15horas.

Arquivo

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Harry Callahan. Atlanta, 1984. San Francisco Museum of Modern Art.

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08. 08. 2010
às 09:06horas.

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Tracey Emin. To Meet My Past, 2002.

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13. 07. 2010
às 22:13horas.

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Elinor Carucci. Counting Tips, 1999.

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13. 06. 2010
às 22:56horas.

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Marina Abramović. Energy relaxation, 1980.

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31. 05. 2010
às 22:42horas.

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Louise Bourgeois morreu? Não, ela já era imortal.

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31. 05. 2010
às 20:45horas.

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Elinor Carucci. Guilt, 2002.

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23. 05. 2010
às 14:06horas.

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O Jardim do Interrogador. Paula Rego, 2000 (pastel sobre papel).

A Fundação de Vítimas para a Tortura pediu-me para fazer qualquer coisa que eles pudessem vender, e contaram-me a história de uma rapariga que tinha sido presa. É uma história horrível; ela só se salvou porque o tio dela subornou os guardas para que estes a levassem num caixote de lixo e a despejarem no meio de uma lixeira…E eu pensei “é isso que vou fazer, vou fazer o jardim desse interrogador, onde ele trata de suas flores”. E então pensei, “olha que giro, Lila, vais-te vestir de inquisidor”. Ela então encheu-se de enchumaços e eu fui comprar as luvas de jardinagem e as outras coisas, e ali está ela.

“Então isto é uma espécie de tragicomédia”, observa o entrevistador. “Sim, ou uma espécie de gozo, se preferir”, responde a artista.

Atacar o privilégio e autoridade por meio do “gozo” é, evidentemente, a a arma da sátira; e o uso da inversão de estatuto ou de género como forma de compensação simbólica é o ofício comum nos rituais de inversão tais como eles tradicionalmente ocorrem durante o carnaval ou nas festividades estivais (…) Um ofício como este tem que ser visto, na contexto da obra de Paula Rego, como partilhando de uma estratégia consciente de subversão: “os meus temas favoritos”, comentou ela, “são os jogos provocados pelo poder, o domínio e as hierarquias. Dá-me sempre vontade de pôr tudo de pernas para o ar, desalojar a ordem estabelecida, alterar as heroínas e os imbecis”.

(…) Tenho fortes sentimentos políticos acerca das mulheres, acho que o mundo está a tornar-se de novo mais masculino. Como pintora, penso que há sempre uma história para contar que ainda não foi contada”.

Ruth Rosengarten

Em: Contrariar, esmagar, amar. A Família e o estado Novo na obra de Paula Rego. Assírio & Alvim, 2009

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12. 05. 2010
às 19:40horas.

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Joana Vasconcelos, “Dorothy”, 2007.
Panelas e tampas em aço inox, cimento 150 x 430 x 270 cm.
Coleção Berardo, Lisboa.

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07. 04. 2010
às 23:34horas.

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“All beauty must die”. Foto: Patrícia Almeida.

Come a little bit closer
Hear what I have to say
Just like children sleepin’
We could dream this night away.

But there’s a full moon risin’
Let’s go dancin’ in the light
We know where the music’s playin’
Let’s go out and feel the night.

(…)

Neil Young (Harvest moon)

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06. 04. 2010
às 10:41horas.

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Tracey Emin

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